sábado, outubro 28, 2006

NÃO QUEREMOS PARA O BRASIL A VIOLÊNCIA...


Policiais divulgam manifesto de apoio a Lula
Leia o manifesto de apoio a Lula divulgado por entidades representantivas de
policiais de todo o país:

MANIFESTO AO POVO BRASILEIRO

NÃO QUEREMOS PARA O BRASIL A VIOLÊNCIA, INSEGURANÇA, MEDO E CRISE DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO, CAUSADOS NO GOVERNO ALCKMIN

A segurança pública é um direito fundamental do povo e dever intransferível
do Estado. Todavia, o Estado de São Paulo vive, nos últimos 12 anos, uma
profunda crise na segurança pública, devido a inépcia e incompetência do
Governo PSDB/PFL de Geraldo Alckmin, nesse serviço público essencial à
defesa da vida, do patrimônio e dos direitos do povo brasileiro.
A violência, sem precedentes, mergulhou a sociedade paulista na insegurança
e no medo, impondo, de 1995 a 2005, a perda de 131.535 vidas, pessoas
assassinadas, e elevado prejuízo patrimonial, com 2.006.970 veículos
roubados/furtados dos cidadãos contribuintes. O roubo de cargas, no Estado
de São Paulo, supera a alta cifra de R$ 200.000.000,00, por ano, elevando o
"Custo São Paulo", que afeta a competitividade dos produtos da indústria
paulista e o crescimento econômico, emprego e rendas, propiciando mais
violência e criminalidade.

O crime organizado impôs toque de recolher, caos, medo e insegurança no
Estado de São Paulo, cujo governo Alckmin perdeu o controle da situação nas
ruas, na FEBEM e nas penitenciárias paulistas, deixando o povo e as
atividades da sociedade a mercê do terror do PCC. Em nenhum país do mundo assassinam-se tantos policiais como no Estado de São Paulo. Centenas de famílias de Policiais Paulistas têm sido atacadas, em suas residências, por bandidos do crime organizado. É a herança maldita do governo Alckmin.

O caos na segurança pública no Estado de São Paulo já era esperado, devido
ao desmonte do Estado pelos sucessivos governos do PSDB/PFL, com a falta de investimentos e má gestão nos serviços públicos básicos de saúde, educação e segurança, precarizados pelo governo Alckmin.

O governo Alckmin pagou salários de fome, aviltantes aos Policiais
Paulistas, o segundo pior do País, e os descrimina por trabalharem em
Municípios diferentes, pagando mais para uns dos que para outros, com
Sargentos PM ganhando menos do que Soldados PM, independentemente da
violência local, causando desmotivação e afetando a auto-estima dos
profissionais de segurança pública e a eficiência policial.

O "Risco Alckmin" é uma realidade para os aposentados, em face de sua
contumaz violação dos direitos constitucionais dos servidores públicos
aposentados. Incompetente e mau pagador, deixou uma dívida superior a doze milhões de reais, referente a precatórios sobre direitos violados.

Alckmin, um médico, destruiu os serviços de saúde pública dos Policiais
Militares e de suas famílias.

A privataria selvagem e escandalosa de FHC e, em São Paulo, coordenada por
Geraldo Alckmin, desnacionalizou a economia brasileira e entregou gigantesco
patrimônio público a grupos econômicos, a preço de banana e contratos
lesivos à economia popular, impediu o crescimento econômico do País e
reduziu o emprego e renda, propiciando mais violência e criminalidade.
Depois, escondem suas maracutaias debaixo do tapete e, ainda, procuram
enganar o povo brasileiro dizendo que a privatização permitiu que todos
tenham telefone, recorrendo, portanto, a uma versão sofisticada, cínica e
inescrupulosa do "ROUBA MAS FAZ". Defendem até a venda da Amazônia aos
estrangeiros, sob a falácia antipatriótica de preservar o "pulmão" do
planeta.

No Interior do Estado, Alckmin infestou as rodovias de pedágios e substituiu
a construção de escolas por penitenciárias. Com isso, elevou o "CUSTO SÃO
PAULO", afetou o lazer e o turismo, prejudicando as economias regionais do
Estado, com perdas de emprego e rendas; impediu a inclusão social de jovens
e fortaleceu o crime organizado nas ruas das cidades e nas penitenciárias
paulistas.
Com quem está a montanha de dinheiro, cerca de 98 bilhões de dólares, da
privataria ?
Nós, lideranças e dirigentes sindicais e de associações de Policiais Brasileiros, abaixo-assinado, estamos convencidos que segurança pública tem jeito, depende de governo competente e sério, de policiais preparados, equipados, bem pagos e valorizados. Por isso, repudiamos o governo Geraldo Alckmin e vemos nele uma pessoa agressiva, simplista, arrogante, calculista, fria e desrespeitosa, portanto, um RISCO PARA O BRASIL.

O Alckmin representa uma ameaça às nossas conquistas previdenciárias, com ameaça de destruição das nossas conquistas previdenciárias, com aumento de tempo de serviço para aposentadoria dos Policiais Brasileiros e das mulheres trabalhadoras, redução de direitos dos aposentados, extinção dos programas sociais, como o Bolsa Família (11 milhões de famílias pobres, agora tomando café, almoçando e jantando todos os dias), do ProUni - Universidade Para todos (200 mil jovens, filhos de pobres na Universidade - e, ainda, o RISCO de que o Alckmin, na presidência da República, continue dilapidando o
patrimônio público, com a privataria selvagem, entregando a Petrobras, o
Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, Correios e empresas de energia
elétrica para grupos econômicos, beneficiados, ainda, com contratos lesivos
à economia popular, prejudicando o crescimento econômico do País, o emprego, a renda e o bem-estar social do povo brasileiro, causando, em conseqüência, mais violência e criminalidade.

Vamos reagir ao golpismo direitista, liderado pelo PSDB/PFL/PPS, forças do
conservadorismo, do atraso e da injustiça social no Brasil. Nesse sentido,
nós, Policiais Brasileiros, apoiamos e votamos em LULA PRESIDENTE, de NOVO, porque ELE É O CERTO e O OUTRO É DUVIDOSO !
1. Francisco Jesus da Paz (Tenente Paz - SP) - Coordenador do "MANIFESTO AO POVO BRASILEIRO";
2. Capitão Res PM José de Menezes Cabral - Diretor de Segurança do Conselho de Sociedades e Amigos de Bairros e Clubes de Serviços da Zona Norte - São Paulo/SP - CONORTE;
3. 1º Tenente Res PM Roberto Bossio (SP);
4. Divinato da C. Ferreira, Presidente da Federação Interestadual dos
Sindicatos dos Policiais Civis da Região Centro Oeste;
5. Vilma Marinho César, Presidente da Federação Interestadual dos Policiais
Civis do Nordeste;
6. Paulo Roberto Martins, Presidente da Federação Interestadual dos
Sindicatos dos Policiais Civis da Região Sul-Sudeste;
7. Hilton Ferreira da Silva, Presidente da Federação Interestadual dos
Policiais Civis da Região Norte;
8. Antonio Marcos Pereira, Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia
Civil do Estado de Minas Gerais;
9. Paulo Roberto Martins, Presidente do Sindicato das Classes Policiais
Civis no Estado do Paraná;
10. Isaac Delivan Lopes Ortiz, Presidente da União Gaúcha dos Escrivães,
Inspetores e Investigadores do Rio Grande do Sul;
11. João Batista Rebouças da Silva Neto, Presidente do Sindicato dos
Investigadores de Polícia Civil do Estado de São Paulo, Mediador e
Coordenador das Federações de Policiais Civis do Brasil;
12. João Severino e Cleonice F. S. Felipe, Representantes do Sindicato dos
Escrivães de Polícia Civil do Estado de São Paulo;
13. Pedro J. Cardoso, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado
de Santa Catarina;
14. Adroaldo Rodrigues, Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia
Civil do Estado do Rio Grande do Sul;
15. Wellinghton Luiz de Souza Filho, Presidente do Sindicato dos Policiais
Civis do Distrito Federal;
16. Cledison G. da Silva, Presidente do Sindicato de Investigadores de
Polícia Civil e Agentes Prisionais do Estado do MG;
17. Sadisley Damasceno, Presidente do Sindicato dos Policiais Federais de
Roraima;
18. Valdir Antonio de Vargas, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do
Ex-Território Federal de Rondônia;
19. Jair Coelho, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Amapá;
20. Genima Evangelista, Presidente do Sindicato dos Escrivães de Polícia
Civil do Estado de Mato Grosso;
21. Maurício Godoy, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do
Mato Grosso do Sul;
22. Carlos Alberto do Nascimento, Presidente do Sindicato dos Policiais
Civis da Bahia;
23. Silvano F. Araújo, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis e
Servidores da Segurança Pública do Rio Grande do Norte;
24. Cláudio Marinho da Silva Neto, Presidente do Sindicato dos Policiais
Civis de Pernambuco;
25. Luis Alberto Mesquita Marques, Presidente do Sindicato dos Servidores da
Polícia Civil do Estado de Tocantins;
26. Silveira Alves de Moura, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do
Estado de Goiás;
27. Cícero E. Moreira, Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia
Civil do Estado de Rondônia;
28. Hilton Pereira da Silva, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do
Amazonas;
29. Amaraji G. das Neves, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do
Estado de Roraima;
30. Raimundo Nonato R. Pinheiro, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis
do Estado do Pará;
31. Antonio Fialho Garcia Junior, Presidente da Associação dos
Investigadores de Polícia Civil do Estado do Espírito Santo;
32. Carlos E. de Almeida Pacheco, Presidente da Coligação dos Policiais
Civis do Estado do Rio de Janeiro;
33. Aldoir Prates, Presidente da União dos Policiais Civis do Estado do Rio
Grande do Sul.

sexta-feira, março 24, 2006


O que os Jornais e Televisão não mostram, na palavra de dois eleitores da Bahia.

Lula entrega casas na Bahia – 21/03/06

Galera, Lilian, Vera, todos, eu fiquei hiperextasiado hoje, o Lula esteve aqui na Bahia, estava eu indo para a faculdade quando vejo o palanque montado nas obras do metrô, eu disse vixe, é aqui mesmo, chamei meu colegas da faculdade e disse eu vou falar, quando cheguei lá consegui entrar, gente foi demais eu disse não creio, ouvir o Lula de tão perto, falando do meu lado, era demais, eu suei frio, falou muito, falou bonito e se colocou como o pai dos pobres, o Lula fez um discurso maravilhoso, eu fui o primeiro a gritar: 1,2,3 é Lula outra vez, aquilo ecoou, aliás já tinham gritado, mas eu gritei quando ele falava perto, quase não se ouvia o que ele falava, e parecia que nação toda estava lá. Depois de falar e falar bem, eu todo arrepiado, pois foi o meu primeiro contato com Lula, gente eu não votei ainda e vou votar no LULA, aquilo foi demais. Um grande momento veio e uma multidão ao fim do falatório se aproximou, era tanta gente mais eu pensei que não ia chegar, empurrei a todos. E cheguei era muita gente, câmeras, povo, puxa sacos ( rs) e eu lá é lógico. Peguei na mão do LULA, meu, coração pulou falei com ele: Os Jovens estão com vc ( ele deu um sorriso de felicidade), mas era tanta gente, eu lógico procurei meus amigos para ele verem que eu tinha falado com Lula. Eles viram, as câmeras viram, e todo mundo viu, e tem mais, falei " cozinhe o Chuchu que ele amolece" ai foi o riso geral. Gente até agora não acredito. Tinha que dividir isso com vcs.
Filipe

Mas o Filipe não foi o único a ver e ouvir o nosso Presidente não. Eu também vi.
Faz mais de um mês que o pessoal contatou a área em que eu trabalho para levantar obras do Governo Federal que poderiam ser visitadas pelo Lula.
Agora, de férias e sem assistir TV, eu acabei esquecendo.
Na hora do almoço uma colega me ligou para saber se eu não iria pois muitos colegas arquitetos e engenheiros iriam vê-lo nos Alagados. Eu não podia perder a chance!
Muitas obras estão sendo feitas na área e a Caixa repassa as verbas do MCidades. Hoje ele entregou casas do HBB Alagados IV e o sistema viário.
Também entregou títulos de posse de outras 400 casas.
Foi uma grande festa! O povão estava super excitado. Tinha um monte de faixas e uns cartazes bem toscos. "A Bahia quer Lula de novo", "Lula, eu te amo" - essa era de um garoto de uns 10 anos - "O sangue de Jesus tem poder, Lula vai vencer", e mais um monte de outras. Tinha uma multidão de gente.
Toda hora vinha um alarme falso e o povo começava a gritar: "1, 2, 3. Lula outra vez!", ou então a histórica "Olê, olê olá, Lula... Lula! Quando ele sobrevoou a área o povo ficou doido.
Meia hora depois ele voltou de carro, acompanhado da comitiva: Jacques Wagner, Nelson Pellegrino, Waldir Pires, Gilberto Gil, Márcio Forte (Ministro das Cidades), Jorge Hereda - VP de Desenvolvimento Urbano da Caixa, esse é meu chapa. Saiu comigo nos Filhos de Gandhy - O Prefeito João Henrique (PDT) e o FDP do governador Paulo Souto (PFL) e mais um monte de gente.
Primeiro falou o Prefeito e rasgou uma seda retada. Agradeceu todo o apoio e até falou que a Bahia quer Lula mais quatro anos no Palácio do Planalto.
Depois o Hereda falou citando números de 2002 e de agora para mostrar que este Governo investiu muito mais que o anterior para as populações mais carentes.
O Márcio Fortes começou como se fosse animador de programa de auditório perguntando quem jogava futebol e se o povo queria um campo de várzea, falou que vinha com o Lula e o prefeito jogar na inauguração e outras besteiras mais. Depois começou uma overdose de números e valores que até eu parei de prestar atenção.
Após assinarem vários convênios, Lula entregou a chave para 3 mulheres e um homem e eu pude ver a grande diferença que é termos um presidente de origem no povo. Ele conversava com cada uma como se não tivesse ninguém mais ali.
Abraçava, sorria, brincava. Até carinho na cabeça do cara ele fez. A galera adorou.
Mas o grande momento foi o discurso dele. Falou que os Alagados existem há mais de 60 anos e só em 1996 começaram a investir na área. Falou que por mais de 50 anos os governos viraram as costas para eles.
Falou que campo de futebol é importante, mais para ele o importante mesmo e que não tenha ninguém morando em palafitas. Falou que ele está no governo faz 3 anos e o pessoal quer cobrar dele o que eles não fizeram em 500 anos que os governos 'só investiam nos ricos. Falou que quando é para os ricos é "investimento" e quando é para os pobres é "gasto". Falou que ele teve o prazer de sancionar o Fundo Nacional para Habitação que estava há 13 anos esperando e que tem 1 Bilhão para ser aplicado em 2006. Falou que o Governo do estado e a Prefeitura têm de correr com os projetos porque em ano eleitoral ele não pode repassar recursos e pode virar superávit primário.
Falou muito e sempre muito aplaudido.
Só não gostei que ele agradeceu ao Paulo Souto a parceria e ainda citou que todas as vezes que ele veio em Salvador aquele Judas foi esperar ele no aeroporto. Mas foi bom que o cerimonial fez o corno chegar mudo e sair calado. A única coisa que ele fez foi catar as coisas que as pessoas jogavam para o Lula e caiam no chão. Duas vezes eu vi o sacana lendo antes de passar para o Lula e uma vez ele quase não entrega o papel.
Sobre o desenfiais, uma observação: ele tentou sabotar a cerimônia de hoje.
Inaugurou inacabada a obra das casas faz 2 semanas, diminuiu o ritmo até quase parar e desde a semana passada que 2 colegas engenheiros estavam indo diariamente - até no fim de semana - para garantir que a empreiteira não cedesse à pressão. A montagem do palanque foi um parto, e até hoje de manhã ele não havia confirmado sua presença. Foi bom ele ir para ver que com Lula não se brinca e ainda foi obrigado a sentar do Lado do Jacques Wagner, nosso candidato.
Soube que o Jornal e a TV de ACM passaram o dia dizendo que Lula veio inaugurar obras "dos outros". Outros quem? O Ministro das Cidades falou bem alto a proporção e de 3 para 1 dos recursos são Federais. Na verdade o Governo do Estado colocou só 20% dos recursos. Por isso que eu acho que tem que bater nesse rebanho de safado. Não dá para ser altruísta porque eles não vão deixar de ser baixos.
Ponto negativo: não pude vaiar o Paulo Souto direito porque tinha muita gente das secretarias e das empreiteiras, e apesar de estar de férias eu estava com o crachá da CAIXA e acompanhado de vários colegas. Depois qualquer coisa que eu venha a exigir numa obra vão dizer que é porque eu sou petista.
Outro ponto negativo: não levei minha bandeira do PT e lá eu só vi uma.
Mais outro ponto negativo: Não levei minha máquina fotográfica!
Resumindo, Lula vai dar mais um banho aqui em Salvador.
O Gerente da engenharia me falou que em Lauro de Freitas todos os discursos foram mais contundentes. Pena que eu não estava lá também.

Saudações Lulíticas a todos,

Bahia